sábado, 11 de julho de 2020

Cane Corso

Cane Corso, é uma raça canina molossoide de grande porte do tipo mastim oriunda da região sul da Itália. É valorizada em seu país de origem como de cão de guarda de fazendas e como cão de caça de javalis. Sua origem, bem como a de outras raças, é antiga e imprecisa, embora seja considerado um descendente direto do Canis Pugnax: antigos cães molossos de guerra do Império Romano. Apesar disso, sua criação organizada só se deu em meados da década de 1980, sendo somente reconhecida internacionalmente a partir da década de 1990. A raça Cane Corso está diretamente relacionada com a raça Mastim Napolitano,  uma outra raça italiana, ao ponto de que nos anos 1940 ambos eram considerados nomes sinônimos para um mesmo tipo de cão, juntamente com outros sinônimos como Cane da Presa e molosso Italiano. Com o passar dos anos o mastim napolitano adquiriu traços diferentes distanciando-se da similaridade com o Cane Corso.

  



sábado, 13 de junho de 2009

Braco Alemão



Cão com aspecto geral distinto e harmonioso, mede crca de 62 a 64 centímetros. Os exemplares mais altos que este limite podem ter as pernas muito compridas e perder em resistência durante a corrida.
A cabeça deve ser bem desenhada e com crânio largo e plano. A trufa nasal é castanha, não devendo ser despigmentada (rósea); lábios ligeiramente pendentes, olhos escuros, sendo que o amarelo é considerado falha. Orelhas moderadamente longas, com as pontas arredondadas; peito mais comprido do que largo, com costelas arqueadas.
A cauda pode ser cortada em um terço nos países que permitem essa prática, para evitar lesões durante a caça.
Pêlo curto e áspero, com as seguintes colorações: marrom sólido, marrom com pequenas manchas brancas no peito e pernas, branco com máscara marrom, marrom mosqueado e as mesmas marcações em preto. O amarelo é tolerado, em pequena quantidade.
É uma raça adestrável, alegre e muito obediente. Gosta muito de crianças, é inteligente e versátil, prestando-se a diversas utilidades.
Esta variedade de Braco Alemão pode ser tímida; entretanto, isto é normalmente bom com crianças e é afetuoso e leal, o fazendo um ótimo cão de companhia. Estes cães desejam uma interação e tem sido chamado de "cães velcro" frequentemente necessitanto estarem em contato físico com um membro de sua família humana ou muito próximo, algumas vezes quase em baixo dos pés. Ele necessita de muita atividade vigorosa, então não é um animal de estimação para uma casa inativa. A raça geralmente se dá bem com outros cães. Alguns Bracos dão bons cães de guarda, mas outros têm muita boa índole.

Baixote


Baixote é o nome português do Dachshund, nome original da raça alemã, ou Teckel, como lhe chamam os ingleses. Popularmente, o Baixote é conhecido como Salsicha, devido ao comprimento do corpo e talvez cor da pelagem. A linha evolutiva do Baixote consegue ser traçada até ao século XVIII, na Alemanha, quando surge pela primeira vez a palavra “Dachshund”. Em alemão, o nome da raça significa literalmente, “cão texugo”, devido ao papel que desempenhava na caça. Contudo esta designação era aplicada a todos os cães utilizados na caça de texugos. Nesta altura havia já dois tipos de Dachshund: um mais alto, utilizado na caça a texugos e outro mais baixo, utilizado na caça a coelhos. Terá sido a partir da segunda variante que o Baixote terá evoluído.Mas estudos mais recentes atiram o nascimento da raça para tempos mais longínquos. Pinturas da altura do Antigo Egipto representam já cães de pernas curtas e corpo longo. Foi mesmo encontrada a múmia de um destes cães que se assemelha bastante ao Dachshund. Partes de um esqueleto de um cão semelhante ao Baixote foram recuperadas entre os destroços de um navio naufragado, ao largo da Itália, que data do século I a.C.No século XVIII, a raça era já popular entre as mais importantes Casas europeias. Entre os maiores entusiastas desta raça estão o Príncipe Alberto e a Rainha Vitória de Inglaterra.Em 1879, foi redigido na Alemanha o estalão da raça, sendo reconhecida oficialmente no país. Após ter sido um sucesso, quando introduzida nos Estados unidos da América, o Baixote perdeu a popularidade conquistada nos dois lados do Atlântico devido à rivalidade que surgiu entre os diversos países na Primeira Guerra Mundial.Mas a vivacidade e aspecto único do Baixote fizeram com que recuperasse a popularidade mundial. Na Alemanha este cão ainda é utilizado na caça, para desalojar as lebres, as raposas e os texugos das suas tocas. Nos outros países, tornou-se um cão caseiro muito na moda, principalmente em França e nos Estados Unidos da América. É um companheiro inteligente, vivo e muito agradável. Esta raça pode ser também denominada de Zwergteckel.

Welsh Corgi


é um cão herding raça que se diz ter originado em Pembrokeshire, Weles, It is one of two breeds known as Welsh Corgis: the other is the Cardigan Welsh Corgi. É uma das duas raças conhecidas como galês Corrgis: o outro é a Cardigan Welsh Corgi, The Corgi is the smallest dog in the Herdig Group. O Corgi é o menor cãp do herding Grupo Pembroke Welsh Corgis are famed for being the preferred breed of Her Majesty Queen Elizabrth II; she reportedly has five Corgis. Pembroke Welsh Corgis são famosa por ser a raça preferida de Sua Majestade, a Rainh ElizabethII, ela tem cinco Corgis declaradamente. These dogs have been a dog favoured by British royalty for more than seventy years. Estes cães foram um cão favorecido pela realeza britânica por mais de setenta anos.
The Pembroke Welsh Corgi has been ranked at number "11" in Stanley Coren's The Intelligence of Dogs, and is thus considered an excellent working dog. O Welsh Corgi Pembroke, foi classificado no número "11", em Stanley Coren é a inteligência dos cães, e é, assim, considerado um excelente cão de trabalho.

Terra Nova


ão de trabalho de grande porte originário do Canadá.Habituado a baixas temperaturas, adaptou-se bem no continente europeu; sofre mais do que outras raças com o calor, durante o Verão.Muito bem comportado e extremamente simpático com as pessoas, tende a ser demasiado pacífico, quando atacado por outros cães.Cão para toda a família, adora crianças e de brincar com elas e não faz grandes distinções entre os que considera seus donos, sendo por isso muito sociável também na convivência com estranhos.Extremamente inteligente, necessita de sair com os donos e sentir que faz parte da família.Tem tendência a ficar triste quando é deixado sozinho, já que gosta de companhia e carinho das pessoas.Por todos estes motivos, é um cão para quem gosta de companhia permanente.

Cão de Montanha dos Pirenèus


O Cão de Montanha dos Pirenéus (Chien de Montagne des Pirénées) ou Pastor dos Pirenéus é uma raça de cães pertencente ao grupo dos Molossóides tipo montanha, ao lado de raças como o São Bernardo e o Landseer.
Natural dos Pirenéus, é uma raça de grande porte e majestosa, usada tradicionalmente para proteger gado nos pastos (especialmente ovelhas) e como cão de guarda. Não deve ser confundido com o Martim dos Pirenéus , semelhante em nome e características mas que constitui uma raça totalmente distinta.

Irish Wolfhound


O Wolfhound Irlandês ou Irish Wolfhound é um lébreu (que caça pela visão). É uma das maiores raças de cães existente no mundo, sendo a maior, visto que o o dogue alemao não pode ser mais alto. Pode chegar a medir 90 cm e pesar 55 kg.
O nome Wolfhound vem do ingês: wolf: lobo e hound: cão. Ao contrário do cão Lobo Checoslovaco, que tem a aparência de lobo, o nome Wolfhound foi dado à esta raça por causa de sua função: caçar lobos.
Ainda é pouco conhecida no Brasil, e apesar de seu tamanho é dócil,responsável e independente, não muito ideal para lares com crianças, pois pode derrubá-las com seu peso e machucá-las.

Dogo Argentino


A raça foi criada em 1925, quando dois irmãos argentinos decidiram criar um cão para os "jogos" de caça, que se adaptasse bem às condições variadas e irregulares da zona rural argentina.
Eles queriam criar uma raça que superasse o Fighting Dog of Cordoba (raça criada pelo cruzamento do Mastiff, English Bulldog, Bull Terrier e Boxer, hoje extinta).
A idéia era cruzar os cães de Córdoba com outras raças na tentativa de incorporar peso, um bom faro, velocidade, bom instinto de caça e, principalmente, destituir da raça o instinto de briga com outros cães, o que o tornava inapto para os jogos que reuniam vários animais. O cruzamento deveria tornar o cão sociável, podendo viver em liberdade com a família ou solto pela propriedade, mantendo a coragem da raça de origem, mas que pudesse ser usado nos jogos de caça e no controle de animais predadores das criações.

Cirneco do Etna


raças mediterrâneas poderiamos deduzir que a origem do cirneco encontra-se nos antigos legréis, assim como ocorre com o cão dos faraós, atualmente localizado nas Baleares, com o qual tem muitos pontos de contato, se excetuamos as dimensãoes. Os fenicios fizeram do lebrel o objeto de um valiosíssimo comércio, levando-o primeiro da Ásia à África e sucessivamente às costas da Grécia e seu arquipélago, à Sicilia e a outras ilhas mediterrâneas.
Hoje não existe, na Sicilia, um tipo de lebrel autêntico, o que faz pensar que os mesmos cães deixados pelos fenicios nas costas sicilianas foram-se adaptando e modificando gradativamente até converterem-se nos cirnecos atuais, com uma diminuição paulatina, provavelmente devida à falta de alimento, de grandes espaços livres onde galopar e aos cruzamentos reiterados entre consangüíneos. Mas haveria permanecido inalterada a característica das orelhas retas, próprias dos antigos lebréis.
O cirneco do Etna, na sua forma atual, é indiscutivelmente autótone da Sicilia, onde é encontrado desde tempos imemoriais: isto é testemunhado por uma quantidade de descobertas arqueológicas, como pedras esculpidas e moedas antigas. Em Adrano (onde ainda hoje a raça é muito abundante), existia desde tempos pré-históricos um templo dedicado a uma divindade local: era custodiado por cirnecos, dotados, segundo Eliano (De natura animalium II) de um extinto sobrenatural, graças ao qual agrediam os sacrílegos e aos ladrões, enquanto recebiam festivamente os devotos.
Os cirnecos atuais são os únicos cães empregados para caçar nas ladeiras do Etna, cuja rocha vulcânica torna difícil não só a carreira, mas a simples marcha. Especialistas na caça do coelho selvagem e da lebre, caçam com igual destreza qualquer presa com pernas: faisões, perdizes, galinholas e codornizes. Trabalham lentamente, com o nariz na terra, seguindo o rasto da presa com paciência e atenção. Absolutamente silenciosos, são ouvidos somente quando cavam ou estão muito perto.

Podengo Canário



Podengo Canário Eficaz na caça e fiel ao dono
O Podengo Canário é um cão de caça ao coelho e, para exercer essa função, ele utiliza seu apuradíssimo olfato, a audição e a visão. Extremamente resistente, consegue perseguir coelhos em tocas, interior de grutas, paredes de pedras e matagais espinhosos, tanto durante o dia, sob calor escaldante, como à noite.A sua preservação ao longo dos séculos se deve muito à sua grande habilidade na caça. O Podengo Canário é um cão de rastro que não late e não espanta a presa e consegue apanhar sua vítima pelo dente. É valente, nervoso, inquieto, muito dinâmico e, ao mesmo tempo, nobre e fiel ao seu dono.De porte médio, tem o corpo ligeiramente alongado, esbelto, com a cabeça em forma de um cone truncado. Suas orelhas ficam bem grandes e eretas quando está atento. A cauda tem inserção baixa, podendo ser caída ou portada em foice e afilada na ponta, que geralmente tem a cor branca. Sua musculatura é muito desenvolvida e seca, a ponto de ser notada através da pele.Sua cor é preferencialmente ruivo e branco, podendo o ruivo ser mais ou menos intenso, variando desde o laranja até o vermelho escuro. Todas as combinações dessas cores são aceitas. Já a pelagem é composta por pelos curtos, lisos e assentados.Como o próprio nome revela, o Podengo Canário foi desenvolvido nas Ilhas Canárias. Ele pode ser visto com grande facilidade em todas as ilhas, especialmente nas maiores, como a Grande Canária e Tenerife.Na verdade, o Podengo Canário é um cão de origem egípcia, da era faraônica, e que foi levado às ilhas Canárias provavelmente pelos fenícios, gregos, cartagineses e, talvez, até pelos próprios egípcios. É uma das raças de cães mais antigas, podendo ter 7.000 anos.

Podengo Português


O Podengo Português é considerado uma das raça de cães mais antigas. A teoria mais provável quanto ao aparecimento da raça aponta para que descenda dos cães faraónicos existentes no alto Egipto, tendo sido introduzida no nosso país por volta do ano 700 a.C. pelos mercadores fenícios. Este tipo de cão teve, desde logo, grande aceitação em Portugal devido à sua capacidade de caça, ajudando desta forma à subsistência das populações mais humildes.
O Podengo Português pode variar em tamanho, podendo ser pequeno, médio ou grande. As variedades pequena e média são bastante comuns em Portugal, sendo usadas em matilha para a caça, em particular ao coelho. O Podengo Português Grande é bastante raro, correndo perigo de extinção, sobretudo a variedade de pêlo liso. São utilizados em matilhas de caça grossa, nomeadamente na caça ao javali, sendo mesmo a única raça portuguesa usada para esse fim.
Os Podengos também variar no tipo de pêlo, podendo ter o pêlo liso ou cerdoso. As variedades de pêlo surgiram da adaptação ao clima. Assim, a variedade de pêlo liso é mais comum no norte de Portugal, uma vez que o pêlo liso seca mais facilmente depois de molhado. A variedade de pêlo cerdoso é encontrada nas zonas mais secas, onde o pêlo protege a pele dos raios de sol e do frio no Inverno.
Os Podengos são cães de carácter vivo, alegre, inteligentes e muito sociáveis com outros cães. São extremamente afectuosos com os donos, cuidadosos com as crianças e asseados. Temerários na caça, são muito ariscos a estranhos, o que, aliado à permanente vigilância do seu território, faz deles atentos cães de guarda, desprovidos contudo da agressividade de outros cães de guarda e defesa.

Paspor Belga Malinois


O Malinois é considerada a mais antiga das quatro variedades que constituem a família dos Cães Pastores Belga. Estas variedades diferenciam-se entre si essencialmente pela pelagem: o Groenendael possui pêlo comprido e de cor preta; o Laekenois possui pêlo de arame; o Malinois, pêlo macio e o Tervueren, pêlo comprido com vários tons.No entanto, tal definição só foi estabelecida no final do séc.XIX, uma vez que, até então, não existia um conhecimento organizado das diferentes raças de cães pastores. Tal tarefa foi desenvolvida por alguns cinófilos que decidiram apurar as características e qualidades necessárias que estes cães deveriam ter para o auxiliarem o homem no pastoreio. Com a ajuda de Adolf Reul, director da Escola de Medicina Veterinária de Cureghem, identificaram-se três variedades distintas: pêlo comprido, pêlo curto e pêlo de arame.O Malinois foi o primeiro cão pastor a ser reconhecido e a dispor de um programa de criação mais sistemático, cabendo-lhe a tarefa de proteger e arrebanhar as ovelhas. Em 1891, foi fundado o Clube do Cão Pastor Belga que estabeleceu, em 1899, o primeiro standard da raça. No dealbar do século XX, foram registados os primeiros cães no livro da Société Royale de Saint-Hubert, e a “Charlot”, nascida em 1891, foi uma das primeiras Malinois a beneficiar com este registo.Dotados com um forte carácter e notável capacidade de trabalho, estes cães de pêlo macio depressa conquistaram o interesse de muitos criadores belgas que o consideravam o cão pastor preferido da Bélgica.Em 1911, foram registados nos EUA os primeiros Malinois (Belgian Blackie e o Belgian Mouche) mas até 1959, estavam inseridos na Miscellaneous Class do Kennel Clube Americano. Na década de 60, a crescente importação desta raça e o consequente registo fez com que, em 1965, os Malinois passassem a pertencer ao Working Group daquele prestigiado clube e, com isso, participassem em competições. Nos anos 70, a importação destes cães foi ainda mais intensa e a sua popularidade aumentou consideravelmente no território americano. Hoje o Malinois pertence ao Herding Group daquele clube.Actualmente, apesar de serem reconhecidas as quatro variedades, não existe, ainda assim, uma classificação unânime: o Kennel Council nacional australiano e o Kennel Clube neozelandês consideram que elas são quatro raças distintas; por seu turno, o Kennel Clube canadiano, o Kennel Union da África do Sul e a Federation Cynologique Internationale reconhecem as quatros variedades dentro da mesma raça.O Kennel Club Americano possui ainda um standard ligeiramente diferente para o Malinois daquele que existe na Europa.

Paspor Belga Laekenois


O Pastor Belga Laekenois é a variedade mais rara de raça Pastor Belga. Isto deve-se ao facto de ser o menos popular das quatro variedades. Curiosamente é a único com pêlo áspero, mas é o que tem de todos melhor temperamento. O facto de esta variedade não ser reconhecida nos EUA, ao contrário das outras variedades Malinois, Tervueren e Groenendael, também pode contribuir para a menor popularidade do Laekenois. Na sua terra natal, a Bélgica, o Laekenois já reconhecido desde 1897.Contudo, o Laekenois não foi sempre o preterido. No tempo da Rainha Henrietta da Bélgica o Laekenois era considerado o melhor cão de pastor e nenhuma família recusava a sua ajuda. Aliás, o nome da raça deriva nome do local onde viveu e que a rainha visitava frequentemente: o Castelo de Laecken.Hoje em dia, esta variedade é difícil de encontrar. O Laekenois mantém as suas funções de guarda de campos de linho e ovelhas, mas é também utilizado em operações de busca e salvamento.

Crested Dog


A nenhuma outra raça se atribuem locais de origem tão díspares. Por ser uma raça milenar, não há registos da altura em que surgiu, mas existem várias teorias.Uma corrente defende que o Chinese Crested Dog é originário do México e que os Aztecas os utilizavam para aquecerem as camas. De acordo com esta teoria, Xoloitzquintle (Cão sem Pêlo do México) e o Chihuahua são antecessores do Chinese Crested Dog.Contudo, o nome atribuído a este cão, Chinese significa Chinês, parece indicar que a raça surgiu na China, país que é considerado o local de origem segundo o estalão da raça. Contudo, estudos científicos indicam que o Chinese Crested Dog descende do “Canis Africanus”, tendo como antecessor o African Hairless Terrier (Cão sem Pêlo Africano).Na tentativa de ligar estas informações, pensa-se que o Chinese Crested Dog foi importado da África por marinheiros Chineses que tinham mantinham rotas comerciais entre a Ásia e o lado Este do continente Africano. Na China, o cão foi atribuído um nome à raça. Neste país os primeiros registos desta raça surgem no século XII/XIII.Foi preciso chegar o século XIX para que a raça fosse introduzida na Europa. No Ocidente o cão foi sempre tido como cão de companhia. E apesar da última teoria defender que esta raça era uma excelente arma contra os roedores nos navios, a verdade é que hoje em dia este instinto está já muito diluído.

Pug


Essa raça tem caracteristicas marcantes, como focinho achatado, e rabo em espiral. Seu porte é pequeno, e seu peso ideal está entre os 6,3 a 8,1 Kg. A pelagem do seu musculoso corpo é fina, lisa, macia e curta. A cor é prateado, abricó-castanho ou preto. O Pug tem um grande charme e boa disposição. Seus olhos são grandes, de formato globular; sua expressão doce e alerta. O Pug pode medir de 25 a 28 cm de altura.
É incapacitado de viagens longas e cansativas, pois seu focinho achatado dificulta sua respiração, que normalmente é ofegante.Devido a este focinho, não suporta ficar em locais quentes e abafados, podendo vir a falecer rapidamente. Temperamento
Bastante fiel ao dono, torna-se facilmente um companheiro inseparável, na verdade, acompanha-o para todo o lado mesmo sem ser convidado. O Pug demonstra-se extremamente sociável e rapidamente se enquadra e adapta a ambientes e pessoas estranhas. É considerado uma das raças mais dóceis.
Outra característica diferenciadora é o seu latido: som emitido, muito parecido com um roncar, é intervalado por grunhidos como se o cão estivesse engasgado. No entanto, quando quer comunicar-se com alguém, o som torna-se mais agudo e longo. De acordo com o livro A Inteligência dos Cães, de Stanley Coren, o Pug encontra-se na 53ª posição entre as raças pesquisadas no quesito Inteligência a Adestramento e Obediência a Comandos.

Kelpie Austráliano


O Kelpie Australiano é uma raça de cães pastor cuja origem remonta ao séc.XIX. Descende de três Border Collie que foram importados da Escócia para a Austrália e, provavelmente, do Old English Sheepdog e Dingo.Numa primeira fase do cruzamento, foi obtida uma cria que chamaram de Gleeson’s Kelpie, que se dizia ter algum sangue de raposa. Posteriormente, um cão chamado Ceaser, também ele resultado de um cruzamento de cães escoceses, acasalou com Gleeson’s Kelpie. Assim nasceu King’s Kelpie que inaugurou uma longa linhagem de cães que se viriam a tornar indispensáveis na produção de algodão, sector fundamental para economia australiana. As crias de coloração negra, que partilhavam desta herança genética, foram outrora chamadas de Barb e, durante algum tempo, foram consideradas uma raça distinta dos Kelpie.O rápido desenvolvido desta indústria tornou necessária a criação de cães capazes de correr longos quilómetros e enfrentar condições climatéricas adversas. 1872 é provavelmente o ano em que esta raça começa a tornar-se mais conhecida, devido à vitória que uma Kelpie alcançou numa competição de canídeos. Robert Kaleski é o autor do standard que descreve esta raça, criado em 1903 e, passados cinco anos, dá-se a primeira aparição desta raça num evento official, o Melbourne Royal Show.Actualmente, alguns especialistas fazem a distinção entre os Kelpie cães de trabalho, e os Kelpie de exposição. Estes últimos foram criados sobretudo a partir dos anos 20, sob parâmetros estéticos por alguns considerados suficientemente divergentes para estabelecer uma separação dentro desta espécie. Segundo estes, os Kelpie de exposição foram criados com o objectivo de serem cães de estimação e não possuem a mesma habilidade natural para arrebanhar ovelhas. Normalmente, a coloração destes animais é homogénea e são animais mais visíveis nas grandes cidades (como Sidnye ou Mlebourne), do que propriamente em áreas rurais.

Russkaya Psavaya Borzoi


O Borzói é uma raça de cães desenvolvida na Rússia. Os originais foram importados da Arábia por volta de 1600, por um nobre russo, e foram cruzados com o Collie e outros cães de trabalho da Lapônia. Aparência,
É um cão no mínimo exótico, com a cabeça longa e fina típica dos Lébreis, focinho com stop pouco pronunciado, trufa obrigatoriamente preta, olhos oblongos sempre escuros, orelhas mantidas para trás. O tórax é estreito, o dorso é arqueado e a cauda é portada baixa, ligeiramente curva. Mede entre 71 e 75 cm, sua pelagem é longa, ondulada e forma mechas, e é aceita nas cores branco, amarelo em todas as tonalidades, fulvo sombreado de negro (mantado), as cores podem ser sólidas ou manchadas sobre fundo branco.

Temperamento,
Seu temperamento é dócil, extremamente fiel e apegado aos donos, reservado, e deve ser educado com delicadeza. Pode viver em casa, mas necessita de galopadas eventuais ao ar livre para poder se exercitar.

Galgo Sloughi


A origem exata do Sloughi é muito antiga para ser completamente conhecida,muito do que se diz é especulação. Representações de cães parecidos com os Galgos africanos datam do oitavo ou sétimo milênio a.C. Artefatos do Egito antigo retratam como esses Galgos de orelhas retas e caídas eram valiosos naquele tempo. Os Galgos egípcios de orelhas caídas e de pêlos lisos, possivelmente, vieram da Ásia, mas também faziam parte dos tributos aos Faraós vindos da Núbia (Sul do Egito). Este antigo Galgo originou o Sloughi, Azawakh, Saluki e Afghanhound. É impossível, sem um estudo genético, determinar se ele era idêntico a uma dessas raças; se era uma delas ou se era o ancestral de todas as raças de Galgos de orelhas caídas e de pêlos lisos.
Em seus países de origem (Marrocos, Argélia, Tunísia e Líbia), o Sloughi é o único cão tratado como da família e permitido nas tendas. Para o Árabe, é um animal nobre comparado a outros cães impuros da região ou “kelb”. Isto é ilustrado por expressões como “Aada machi Kelb, aada Sloughi” ou “Isto não é um cão, isto é um Sloughi”.
Nestes países, o Sloughi é a única raça canina a ser selecionado com o mesmo carinho de um cavalo árabe. Um beduíno chega a oferecer seu próprio cobertor para cobrir seu Sloughi nas noites frias do deserto. Os filhotes são frequentemente amamentados por mulheres Beduínas que ajudam as cadelas enfermas. A perda de um Sloughi é lamentada como a de um ente da família. Os Sloughis são decorados com jóias e amuletos. Suas pernas são algumas vezes marcadas por seus donos e as orelhas são cortadas para prevenir que sejam dilaceradas ao caçarem chacais.
Ele está principalmente presente no Marrocos, onde é utilizado para a caça às lebre e às gazelas. Após a guerra de colonização da Argelia, soldados levaram para a França, por volta de 1860, os primeiros espécimes. Ele era mantido como cão de luxo porque a utilização do Galgo para a caça estava proibida desde a lei francesa de 1884. Devido a isto, o número de Sloughis foi reduzido. A despeito dos esforços na Europa e no norte da África, o Sloughi ainda não é muito comum (no Ocidente é uma das raças mais raras de Galgos) e os criadores têm uma importante responsabilidade na conservação dessa raça ancestral.
Devido a uma lei feita durante a ocupação francesa, a qual proibia a caça com Galgos e não estimulava a criação de cães por temer uma epidemia de Raiva, os Sloughis foram dizimados.

Malamute do Alaska


Malamute-do-alasca é uma antiga raça de cães nórdicos do tipo “husky”. É um cão primitivo selecionado pela natureza para sobreviver ao frio Ártico. O seu nome deriva da tribo nativa Mahlemuts do noroeste do Akasca que utilizava esses cães para arrastar Treinós, barcas da margem, de bancos de gelo e ajudar nas caçadas.
É um cão magnífico com aparência de lobo, um atleta inteligente, dócil, leal, tranqüilo, digno e um acompanhante agradável que, como um cão do ártico, possui muita independência. É extremamente leal à familia e dedica-se a todos sem exceção, podendo ser um grande amigo das crianças. É gentil com estranhos, não fazendo o tipo de cão de Guarda, raramente late e pode ser agressivo com outros cães.
Um excelente cão de companhia e da família, não necessita de muito espaço, mas precisa de saídas longas e freqüentes, não gostam de ficar muito sozinhos, não suportando a solidão, principalmente os machos. Devido a sua força física pode involuntariamente se tornar perigoso se não for bem educado.
O malamute-do-alasca possui a capacidade para arrastar em trenós cargas muito pesadas. É um cão compacto e potente e não possui velocidade para competição como outras raças árticas menores. Com um corpo forte e bem constituído a cabeça é larga e suas orelhas são eretas e cônicas inseridas lateralmente.
Possui marcas ou máscaras na cara com marcações típicas brancas. A cauda densamente peluda é portada por cima das costas, como um arco. Os Malamutes são de diversas cores, mas em geral é cinza ou preto com as devidas marcações em branco no ventre, parte dos membros, máscara e contorno nítido nas bordas das orelhas.
Sua pelagem é grossa e espessa com subpêlos densos e lanosos, propícia para manter a temperatura corporal estável criando uma barreira térmica em temperaturas mais frias, mas suporta muito bem as condições climáticas diversas. Há trocas de pêlos duas vezes ao ano com grandes quedas e necessidade de escovações. Seus olhos podem ser castanhos, azuis e grandes. Os Malamutes de olhos castanhos aparecem com mais frequência.

Basset Fulvo


A sua origem é a mesma do grande griffon fauve. Posteriormente, no entanto, sofreu numerosos cruzamentos, especialmente com o basset vendéen.
O basset fulvo da Bretanha é parecido com a raça da qual deriva nas características essenciais da cabeça a quantidade de pêlo, a cor e a posição da cauda mas, obrigado a caçar numa região caractericada por vastos pântanos e abruptas ladeiras, procurou-se desenvolver nele características físicas muito particulares, principalmente no que se refere à estatura, nunca inferior aos 32 cm, nunca superior aos 36.
Conserva a coloração unida da família, com uma só mancha branca no peito ou no pescoço, embora não se encoraje essa partucularidade.
Tradicionalmente, estes cães caçam em grupos de quatro.